Cinco curiosidades do Microsoft Flight Simulator, novo simulador de voo

Microsoft Flight Simulator 2020 é o simulador de voo desenvolvido pela Asobo Studio que chega para PC no dia 18 de agosto de 2020. Uma versão para o Xbox One também está em desenvolvimento e ganha a sua data de lançamento no futuro. A expectativa é de que jogo também seja liberado para o Xbox Series X, console da Microsoft da próxima geração, mas ainda não há confirmação.

O novo simulador promete um alto nível de realismo, com mapas baseados nos satélites do Bing, mudanças climáticas em tempo real e a possibilidade de visitar todos os aeroportos do mundo. Veja, a seguir, uma lista com cinco curiosidades sobre o Microsoft Flight Simulator.

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1. A versão em mídia física tem 10 discos

A versão física de Microsoft Flight Simulator 2020 será publicada pela Aerosoft e tem um total de 10 discos. Os discos contêm 90 GB de conteúdo que incluem o jogo completo, com todo o seu mundo e aeronaves. Dessa forma, pessoas com uma Internet mais lenta podem instalar o simulador sem a necessidade de baixar os arquivos. Entretanto, as informações meteorológicas em tempo real e arquivos de terceiros opcionais ainda dependem de conexão com a Internet.

2. Será possível visitar todos os aeroportos do mundo

Microsoft Flight Simulator 2020 tem aproximadamente 40 mil aeroportos, com os 80 mais populares reproduzidos com um alto nível de detalhes. Esse é um número bem maior do que o Microsoft Flight Simulator X de 2006, que já impressionava por reproduzir 24 mil localidades. No novo game, os principais aeroportos têm todas as suas estruturas, taxiways e placas de acordo com as do mundo real, criando um visual totalmente fiel às suas versões reais.

3. O mundo do jogo é baseado nos mapas do Bing

Os pilotos em Microsoft Flight Simulator podem sobrevoar inúmeros pontos do planeta, incluindo grandes cidades como o Rio de Janeiro ou Nova York. São 197 milhões de milhas quadradas de terra e água e mais de dois milhões de cidades para a criação de um mundo ultrarrealista. O planeta em seus mínimos detalhes foi reproduzido a partir de dois dos três petabytes disponíveis de informações geográficas disponíveis no serviço Bing Maps da Microsoft.

Para deixar tudo ainda mais completo, os cenários receberam detalhes como construções, árvores e até mesmo trânsito por meio de uma tecnologia de inteligência artificial baseada no Microsoft Azure. O sistema interpreta os dados do mapa do Bing e cria esses elementos de forma apropriada.

4. As mudanças climáticas acontecem em tempo real

Graças ao uso do Bing Maps, o jogo tem também um clima dinâmico, que se altera de acordo com as condições climáticas da região no mundo real. Ele não acompanha cada nuvem individualmente, mas sim usa dados como a direção e velocidade do vento, precipitação, umidade, entre outros, para tornar a simulação o mais próxima possível da experiência que um piloto teria ao sobrevoar determinada região em tempo real. Isso acontece até mesmo no caso de condições climáticas mais extremas, como neve, apesar de ainda não sabermos até que ponto isso irá afetar os cenários.

5. Testes foram feitos em uma réplica de cockpit

O time do Asobo Studio está levando o realismo de Microsoft Flight Simulator 2020 bem a sério. Os desenvolvedores construíram um simulador de cockpit a partir da fuselagem de um DR400 e colocaram nele interruptores funcionais. Esse cockpit tem sido um importante elemento dos testes antes do lançamento do jogo.

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Via Gamespot, PC Gamer e Polygon

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